"A família, a vizinhança e os grupos de amizade, longe se serem sobrevivências fadadas ao desaparecimento em função da lógica racional e impessoal da sociedade urbana, atualizam-se como relações-suporte às estratégias de sobrevivência do indivíduo ..." (DOIMO, 1992: p. 284).
Ainda que resignificadas, com outros elementos e nomenclaturas, nossas redes parentais, espaciais, de afinidades e afetos nos remetem a um mundo que nos é familiar, nos dando sentido e direção. Coesão.
São elas que, agindo incessantemente, ligam-nos e nos mantêem conectados (peer-to-peer).
Precisamos dessas redes, como suporte identitário e afetivo.
Viver sem elas significaria o caos e o vazio.
Referência Bibliográfica:
DOIMO, Ana Maria. Igreja e Movimentos Sociais. In: SANCHIS, Pierre (org.). Catolicismo: cotidiano e movimentos. ISER. São Paulo: Edições Loyola, 19992.
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